RPCI em Santa Catarina: o Caminho Simplificado para Edificações de Baixa Complexidade
O RPCI é a via simplificada do Corpo de Bombeiros para edificações de até 750 m² e até 3 pavimentos, com risco baixo. Ele tem a mesma validade legal que o PPCI para regularizar a edificação, mas o processo é mais enxuto e o custo, menor. Também exige engenheiro habilitado com ART. Se você não tem certeza de qual é o seu caso, a comparação entre PPCI e RPCI explica a diferença, e o diagnóstico é gratuito.
Conteúdo revisado em 14 de setembro de 2026.
Sua edificação está em qual dessas situações?
Identifique o cenário mais próximo do seu e fale com a Fortis para confirmar o enquadramento.
Tenho comércio ou sala até 750 m²
É o caso mais comum de RPCI. Loja, sala comercial, clínica pequena, escritório: processo simplificado e mais rápido que o projeto completo.
Quero resolver isso →Fui notificado pelo Corpo de Bombeiros
A notificação tem motivo, exigência e prazo. Lemos a sua antes de propor qualquer serviço, porque nem toda notificação exige processo novo.
Quero resolver isso →Preciso liberar o funcionamento ou o habite-se
Conduzimos o RPCI, a execução com parceiros e o preparo para a vistoria, até a emissão do documento do Corpo de Bombeiros.
Quero resolver isso →É sobrado ou uso misto
Residencial com comércio embaixo é situação frequente e costuma caber no RPCI, desde que respeite a área e a altura.
Quero resolver isso →Comprei ou aluguei o imóvel
Você assume a edificação como ela está, inclusive pendências antigas. Vale saber o que está herdando antes de abrir as portas.
Quero resolver isso →Não sei se é RPCI ou PPCI
Enquadrar errado custa caro: paga-se por um projeto maior do que o necessário, ou refaz-se tudo depois. Veja a diferença entre os dois.
Quero resolver isso →Quem se Enquadra no RPCI
Os três critérios vêm da Instrução Normativa nº 1 do CBMSC e precisam ser atendidos ao mesmo tempo. Basta furar um deles para o processo virar PPCI:
- Área construída de até 750 m²
- Até 3 pavimentos
- Risco baixo, definido pela atividade exercida no local
- Reforma, ampliação ou mudança de uso que cruze qualquer um desses limites obriga a refazer o enquadramento pelo caminho do PPCI
Um detalhe que costuma gerar cobrança indevida: planta arquitetônica não é exigida no RPCI. O desenho que o processo pede é a planta baixa preventiva, que a Fortis já elabora a partir da visita técnica. Se você não tem a planta do imóvel, isso não impede o RPCI — e não deveria virar custo extra obrigatório.
O RPCI tem a mesma validade legal que o PPCI para regularizar a edificação: o que muda é a complexidade do processo, não o peso do documento. Depois do RPCI aprovado e da vistoria, sai o alvará do Corpo de Bombeiros.
Como a Fortis Elabora o Seu RPCI
Visita técnica e enquadramento
Levantamento da edificação em campo para confirmar área, pavimentos e risco, e fechar se o caso é mesmo RPCI.
Planta baixa preventiva e ART
Elaboramos o desenho preventivo e o relatório, com ART registrada no CREA-SC. Não exigimos planta arquitetônica sua.
Protocolo e análise no e-SCI
Protocolo junto ao Corpo de Bombeiros e acompanhamento, respondendo às exigências até a aprovação.
Execução e vistoria
Coordenação da execução com empresas parceiras e preparo da edificação para a vistoria, até o alvará.
Empresas que confiam
no nosso trabalho
Da PPCI à regularização completa, essas marcas já contam com a Fortis pra manter suas edificações em dia com o Corpo de Bombeiros.








Perguntas frequentes sobre RPCI
Dúvidas comuns de quem precisa regularizar uma edificação de baixa complexidade em SC.
Não. Os dois têm a mesma validade legal para regularizar a edificação junto ao Corpo de Bombeiros, dentro do processo previsto na Lei estadual 16.157/2013. O RPCI é aceito justamente porque a edificação é de baixa complexidade: menos área, menos pavimentos e risco baixo. O que muda é o tamanho do processo e o custo, não o peso do documento.
Não. Essa é uma confusão comum e às vezes vira cobrança indevida. O desenho exigido no processo é a planta baixa preventiva, que elaboramos a partir da visita técnica. Se você tiver a planta arquitetônica, ajuda e agiliza; se não tiver, o RPCI acontece do mesmo jeito.
Pelos três critérios da Instrução Normativa nº 1 do CBMSC: até 750 m² de área construída, até 3 pavimentos e risco baixo. Os três precisam valer ao mesmo tempo. Furou um, o caminho é o PPCI. Na prática o que mais confunde é o risco, que depende da atividade exercida, e é por isso que o diagnóstico existe.
Sim. Ser um processo simplificado não dispensa responsável técnico: o RPCI é assinado por engenheiro habilitado, com ART registrada no CREA-SC. Sem isso o Corpo de Bombeiros não analisa.
Depende do que a reforma mudou. Se ela ampliou a área, acrescentou pavimento ou mudou a atividade para uma de risco maior, o enquadramento muda e o processo precisa ser refeito. Se não mexeu em nada disso, normalmente segue valendo, mas vale conferir antes da próxima vistoria.
Depende da edificação e da fila de análise do Corpo de Bombeiros, que é do órgão e varia. Informamos a estimativa depois do diagnóstico, com o caso na mão, em vez de prometer um prazo genérico que pode não se cumprir.
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